19-04-10

Dia Internacional da Mulher

Permalink 17:00:50, Categories: Número 13 - Abril 2010  

CELEBRAÇÃO JUNTOU MAIS DE 150 MULHERES NO POÇO REDONDO

Numa iniciativa conjunta da Associação de Melhoramentos e Cultura do Poço Redondo e uma comissão ad-hoc constituída por senhoras, decorreu no passado dia 13 de Março, pelas 20,30 horas, no salão de festas da colectividade, o 1º Jantar da Mulher que contou com a presença de mais de 150 mulheres e jovens, oriundas de vários pontos dos concelhos de Tomar e de Ferreira do Zêzere.

Embora inicialmente o evento não fizesse parte do plano de actividades programadas para 2010, a Direcção entendeu por bem acolher a ideia da comissão de mulheres que para o efeito se constituiu, prestando todo o apoio e colaborando na organização.

Tratou-se de um acontecimento 100% feminino (desde a cozinha à animação musical) onde os homens não tiveram acesso, mesmo para o serviço de mesas ou de retaguarda, excepto o Presidente da Direcção unicamente para, a hora marcada, fazer uma breve intervenção de saudação e boas vindas às presentes.

Para recordação foram distribuídas lembranças no decorrer da refeição e no final uma rosa branca em sinal de paz e pureza de princípios.

Na sua alocução, o Presidente da Colectividade deu especial ênfase à descriminação e violência a que muitas mulheres ainda hoje são submetidas em todo o mundo e ao facto de em Portugal a maior taxa de desemprego e os ordenados mais baixos lhes pertencerem. Por outro lado, referiu que nunca será por decreto que as mulheres conseguirão o estatuto que lhes pertence e por direito devem ter, como a lei da paridade, mas sim pelo reconhecimento das suas capacidades nas áreas mais diversas, sem esquecer o seu importante papel no seio familiar como mães e esposas. E, mais adiante, Américo Pereira acrescentou que numa sociedade onde ao arrepio da natureza existem mulheres que querem ser homens e homens que querem ser mulheres, o papel da verdadeira mulher jamais poderá ser questionado, exortando a plateia a nunca “baixar a guarda” ou a afrouxar a sua capacidade reivindicativa.

Dada a aderência e o brilhantismo com que decorreu a iniciativa, não será difícil de prever a sua inclusão nos planos de actividades dos próximos anos, onde se espera o envolvimento de um número ainda maior de participantes, provavelmente até esgotar a capacidade do salão de festas.

Um ano de cilercas como há muito não se via

Permalink 16:58:03, Categories: Número 13 - Abril 2010  

Contrariando a tendência dos últimos tempos, 2010 ficará, por certo, na memória de todos como sendo o ano das cilercas na região de Tomar. A colheita tem sido farta e ao invés do acontecido em anos anteriores, os “cilerqueiros” não tem tido necessidade de recorrer a outras paragens, como o Alentejo ou as Beiras, já que à porta de casa não lhes tem sido difícil encontrá-las, aos quilos.

Recorde-se que as cilercas, também conhecidas por míscaros ou tortulhos, são fungos constituídos por filamentos tubulares, de tamanha microscópico, denominados hifas, profusamente ramificadas e entrelaçadas para formar uma espécie de tela, conhecido por micélio. Não contêm clorofila, substância verde que faz com que os vegetais superiores possam utilizar a energia solar para elaborar os nutrientes necessários, desenvolvendo-se e actuando como parasitas de outros vegetais sobre substâncias orgânicas em decomposição.

Apesar de existiram muitas espécies destes fungos, algumas das quais venenosas, com a “amanita muscaria”, vulgo “frades de sapo” ou “mata bois”, o mais conhecido e procurado na nossa zona – a cilercas – é a “amanita ponderosa”, que tem a forma de batata e que depois, ao rasgar da vulva, aparece em forma de chapéu. Com uma cutícula seca, grossa, facilmente separável da carne, manchada de terra, ao princípio branca, passa depois rosa e finalmente ocre sujo.

Sendo um pitéu por excelência pode ser consumido das mais variadas formas, associadas ao bacalhau ou à carne, grelhadas ou no tacho.

EDITORIAL

Permalink 16:56:28, Categories: Número 13 - Abril 2010  

Sentado numa cadeira à minha frente, o homem olhava a janela com ar desconfiado como se temesse que por ali pudesse entrar a todo o momento um soldado inimigo.

Com quase 66 anos de idade, robusto, musculado e aparentemente saudável, começou por falar da infância, da família e dos amigos, mas quando chegou à idade da tropa e do choque que teve quando na ordem de serviço apareceu o seu nome como mobilizado para Angola, o discurso mudou radicalmente e o que até aqui parecia normal, descambou por completo.

Mal sabia ler e escrever, mas tal óbice não o impediu de rabiscar num papel o esquema de algumas das operações em que participou na mata angolana, nem de afirmar que pela sua galhardia o governador geral da então província ultramarina lhe havia oferecido o comando de várias unidades militares e, mais tarde, sugerido ao ministro do exército a sua nomeação como comandante operacional da Guiné.

Dos familiares mais próximos de poucos sabia a idade certa. No entanto, da data em que desembarcou em Luanda, das várias emboscadas que teve, dos nomes dos camaradas mortos em combate, das dificuldades de evacuação dos feridos e do dia em quem chegou à metrópole, tudo saiu de rajada como se isto tivesse passado ontem e já lá vão cerca de 40 anos.

A vida militar arrasou este homem e tal como muitos outros ex-combatentes sofre de TEPT – Transtorno de Estresse Pós Traumático, cujos sintomas como a “ sensação de alerta constante”, o “pensamento na guerra e nos camaradas mortos e feridos”, o “não diferenciar lembranças da realidade”, “a sensação de traição por parte da sociedade” e “a tendência para o suicídio”, o atrofiaram por completo.
Como este muitos outros ex-militares tem sido esquecidos pelo poder político. Serviram a nação com enorme valentia para defender o que à época era considerado português. Perderam aí os seus melhores tempos de juventude e em troca o que receberam foi nada.

Para os políticos de “aviário” que tem governado o nosso país nos últimos 35 anos o que importa são os ordenados e outros suplementos chorudos. Os ex-militares que se lixem, porque o que dá votos são os beneficiários de subsídios de duvidosa legalidade e a técnica do “safe-se quem poder”.

A ingratidão é o pior dos sentimentos e nesse aspecto os nossos governantes são uns artistas.

Américo Pereira

Sabia que …

Permalink 16:54:39, Categories: Número 13 - Abril 2010  

O FEIJÃO combate a anemia e a prisão de ventre. Perfeito parceiro do arroz, possui algumas variedades de grãos. O conhecido feijão manteiga é o mais comum nos pratos portugueses e o feijão preto é bastante usado nas feijoadas brasileiras. Rico em ferro e ácido fólico, ele previne o cancro de pulmão. Equilibra os níveis de colesterol e protege a pele e os cabelos. Além disso, ajuda as mulheres na prevenção do cancro da mama, pois contém isoflavonas, que reduzem a má acção dos estrogénios. Possui substâncias que protegem a pele, como a niacina. A falta destas substâncias causa alterações na pele (como pele seca, enrugada, escamosa) e fraqueza nos cabelos. Consumir feijão habitualmente ajuda a manter baixo o nível de colesterol e combate a anemia e prisão de ventre.

O GRÃO-DE-BICO é indicado para grávidas. É um alimento muito nutritivo, pois possui vitaminas, minerais, proteínas, hidratos de carbono e gorduras. É capaz de diminuir o colesterol, a prisão de ventre e os distúrbios do sistema nervoso. Também ajuda a prevenir distúrbios ligados ao desequilíbrio hormonal. É recomendado às grávidas, que necessitam dos folatos presentes nos grãos. Estas substâncias evitam má-formação do sistema nervoso do feto. O grão-de-bico possui mais zinco que as carnes animais. Esse mineral é um óptimo oxidante.

Segredos da Avó

Permalink 16:52:28, Categories: Número 13 - Abril 2010  

CODORNIZES À CAÇADOR

Número de pessoas: 4
Grau de dificuldade: Médio

Ingredientes:
- 4 codornizes
- 4 tiras de toucinho
- 45 grs. de margarina
- 1 colher de sopa de conhaque
- 0,7 dl de caldo de carne
- 1 colher de café de salsa picada
- 150 grs. de cogumelos
- 2 cebolas picadas
- sumo de ½ limão
- quadradinhos de pão frito
- sal e pimenta q.b.

Modo de Preparação:
Abra as codornizes pelas costas, achatando-as ligeiramente e tempere com sal e pimenta.
Posteriormente entremeie as codornizes com as tiras de forma a ficarem uniformes.
Decorridos 12 minutos retire as codornizes do lume, separe as tiras de toucinho, coloque-as numa travessa aquecida e reserve.
Coloque os cogumelos na frigideira, regue com conhaque e o caldo de carne e polvilhe com a salsa picada.
Deixe ferver durante 3 minutos. Junte o sumo de limão e regue as codornizes com este molho.
Sirva decorado com quadradinhos de pão frito.

Mais um ano, dever cumprido!

Permalink 16:50:02, Categories: Número 13 - Abril 2010  

A antiga tradição teve este ano mais uma vez a sua continuidade assegurada. Ao longo dos quatro dias, sábado, domingo, segunda e terça-feira, o Poço Redondo viveu bons momentos de convívio e animação.

Apesar das condições climatéricas se terem apresentado menos simpáticas, este factor não fez com que as pessoas desistissem ou se privassem do habitual espírito carnavalesco.

No sábado e na segunda-feira realizaram-se os já tradicionais bailes, abrilhantados pelos conjuntos “BANDA T” e “À PART”, aos quais os foliões responderam de forma muito positiva, sendo o concurso de máscaras a principal “atracção” na noite de segunda-feira, onde participaram cerca de trinta “encartados”, que em conjunto com os inúmeros mascarados presentes no salão, formavam um cenário repleto de cor, alegria e boa disposição, que se estendeu até altas horas da madrugada.

O peditório dos chouriços teve lugar, como é hábito, na tarde de segunda-feira. Logo após o almoço “as tropas” começaram a reunir-se junto ao edifício/sede da Associação, para ao longo de toda a tarde percorrerem as ruas do lugar em visita às habitações, por forma a conseguirem angariar os mais variados condimentos necessários à confecção do almoço popular do dia seguinte, ao som dos improvisados instrumentos de ocasião, das “modas” populares desa-finadas pelas gargantas pouco secas, e sempre com a obrigatória boa disposição. Este ano, e a exemplo do que tem sucedido nos anos mais recentes, a participação dos foliões no peditório foi enorme, isto apesar da chuva que se fez sentir ao fim da tarde. Muita gente se juntou ao espírito desta rusga, dos lugares vizinhos e de destinos longínquos, o que é de louvar. A folia foi para todos quantos participaram nela.

Na terça-feira teve lugar o almoço popular, onde a bela “molhanca” aqueceu a garganta, alguns delas ainda a recomporem-se dos dias anteriores, e a “soparra” aconchegou o estômago, como sempre em ambiente de boa disposição e o agradável convívio.

Próximos Eventos

Permalink 16:44:13, Categories: Número 13 - Abril 2010  

24 Abril - II Encontro dos Grupos de Cantares Regionais do Concelho de Tomar

9 de Maio - III Passeio Pedestre do Poço Redondo

15 e 16 de Maio - I Festa da Juventude da Freguesia de Junceira

23 de Maio - Comemorações do Divino Espírito Santo, com Missa, Tremoçada e Almoço de Confraternização

23 de Maio - Festa da Paróquia da Freguesia de Olalhas

13 e 20 de Junho - XVI Torneio de Futsal do Poço Redondo

26 e 27 de Junho - Festa da Paróquia da Freguesia de Junceira

Rir é o melhor remédio

Permalink 16:38:33, Categories: Número 13 - Abril 2010  

O Joãozinho entra na confeitaria e pergunta:
- Sr. Manuel, Sr. Manuel, as migalhas pagam-se?
- Não Joãozinho.
- Então esmigalhe dois bolos de arroz.

No consultório:
- O senhor vai parar de beber vinho durante um ano, e só vai beber leite!
- Outra vez, senhor doutor!
- O quê? Já fez esse tratamento?
- Já sim, senhor doutor; durante os dois primeiros anos da minha vida!

Num teste de saúde, tem a seguinte pergunta: «Porque é melhor o leite da mãe que o leite comprado?»
Resposta do aluno:
- É mais limpo, não fica ao alcance dos gatos, é mais barato e apresenta-se numa embalagem mais atraente.

Profissões e ofícios dos anos ontem

Permalink 16:35:46, Categories: Número 13 - Abril 2010  

O FERREIRO

A profissão de ferreiro deverá ter começado cerca de 2000 anos a.C., quando o homem aprendeu a manipular e a trabalhar os metais, sendo da sua responsabilidade a produção de armas (espadas, lanças, dardos, flechas e escudos); ferramentas agrícolas (arados, foices, machados, enxadas, pás e picaretas); utensílios domésticos (facas, tesouras e navalhas); artefactos para animais (ferraduras, freios e estribos); e outros objectos como correntes e ferramentas de uso diverso.

O nome latino da profissão – faber ferrarius - traduz bem o que era o ferreiro entre os romanos, em que faber significa artífice que trabalho o ferro, o que representava um dos ofícios mais requisitados e rendosos em função da grande procura de produtos derivados deste metal na sociedade romana.

O ferreiro como artesão e fabricante de objectos metálicos, foi também um dos profissionais mais solicitados na Idade Média pela necessidade de equipar os exércitos com couraças, elmos e outros dispositivos de protecção dos soldados, ou de armas, como espadas, lanças e flechas em ferro temperado de grande resistência. Por tal facto, não havia exército que nas suas movimentações prescindisse de um ou mais ferreiros de confiança, dada a necessidade de garantir o bom funcionamento do equipamento militar e das ferraduras dos cavalos de combate e das bestas de carga.

Se em tempos de guerra o seu papel era um dos mais importantes, também em tempos de paz era um dos oficiais mais procurados, quer no campo, quer na cidade, por o seu trabalho se revelar de extrema importância em todas as actividades em geral, mas muito em especial nas ligadas á agricultura, tanto para o afiar das ferramentas, como para concertar ou fazer de novo forquilhas, enxadas, sacholas, machados, cunhas e tudo o demais necessário aos serviços da lavoura. Normalmente também ferrava cavalos, burros e espécies muares, produzindo ainda tesouras de tosquia de elevada qualidade e esmerada perfeição.

O ferreiro, pessoa muito respeitada e admirada no seio da comunidade, que criava as suas obras a partir do fogo e com o fogo, configura o artista que transformava a matéria bruta – o ferro – em autenticas obras de arte como facilmente ainda hoje encontramos em museus, palácios, igrejas, catedrais, etc., cujos o rendilhados e outras aplicações metálicas só podem ter sido produzidas por quem foi bafejado por bênção divina.

Com grande habilidade manual, força física e capacidade artística, o ferreiro moldava à pancada, na bigorna, com pesados martelos e marretas, o ferro saído da forja cor de fogo, dando-lhe assim a forma e o jeito conforme a peça a executar.

Era um trabalho sujo e duro, mas apesar disso, da fumaça e do fino pó do carvão que lhe inundava as narinas e enchia os pulmões, trabalhava de sol a sol e só não fazia serão porque a luz ténue da candeia não lhe permitia a perfeição da obra que aspirava fazer.

E se para tudo era preciso ciência, seria na forja, uma pequena construção de pedra onde a fornalha tinha um buraco ao fundo e se colocava o carvão ardido, que a qualidade do artista melhor se evidenciava, pois desde o carvão até ao arrefecimento da peça numa pia com água, para tempera, tudo era feito com rigor, qual minúcia de ourives no mais elaborado trabalho de filigrana.

Além do fole, este de couro nos lados e de madeira por baixo e por cima, accionado por meio de alavanca, na oficina do ferreiro não podia faltar a bigorna; o cavalete ou safra; o malho (martelo ou marreta) para bater o ferro; o calçador, a talhadeira e o ponteiro encabados em “bergueiros” de carvalho, rachados numa ponta e apertados por argolas ou arames, para calçar, cortar ou furar sobre a safra; os tufos, tacos de ferro para fazer o olhos das enxadas, das sacholas, dos machados, etc.; a sufrideira para dar as formas ao ferro; a craveira para fazer as cabeças dos cravos e dos pregos; a rosca para fazer as roscas dos parafusos; as tenazes de vários tamanhos e formas; o engenho de furar; e o rebolo para afiar a ferramenta, este constituído por uma pedra redonda, como uma pequena mó de moinho, apoiada ao centro num ferro com um dos lados em forma de manivela para ser accionado pelo pé.

Nas mitologias Grega e Romana, Hefaísto ou Hefesto e Vulcano, deuses do fogo, eram os protectores dos ferreiros e na Igreja Católica São Dustano da Cartulária o seu padroeiro.

A partir do século XVIII, com a revolução industrial, o espaço do ferreiro passou gradualmente a ser ocupado pela indústria metalúrgica e não obstante até há poucos anos ainda existirem alguns na nossa região, a quem cabia o fabrico de aros para as rodas e outros componentes metálicos das carroças, a produção e amanho de enxadas, picaretas, machados, guilhos, cunhas, ponteiros e escopros, hoje da profissão apenas restam algumas das ferramentas por ele usadas, já tomadas pela ferrugem, e o registo na memória dos mais antigos.

19-01-10

COMEMORAÇÕES DOS 450 ANOS DA FREGUESIA DE JUNCEIRA

Permalink 16:03:32, Categories: Número 12 - Janeiro 2010  

Com a presença de várias centenas de pessoas, decorreram no passado dia 13 de Dezembro as Comemorações dos 450 anos da Freguesia de Junceira, cuja cerimónia foi presidida pela Exmº Senhor Presidente da Câmara Municipal de Tomar, Dr. Corvelo de Sousa.

A efeméride teve o seu inicio pelas 09,00 horas, com uma salva de 21 foguetes de canhão para saudação à freguesia, ao que se seguiu o hastear das bandeiras, Nacional, da União Europeia, Municipal e da Freguesia, onde uma formação dos Bombeiros Municipais de Tomar prestou guarda de honra às bandeiras e o hino nacional foi interpretado pela Filarmónica da Sociedade Recreativa e Musical da Pedreira e cantado pelos alunos do Jardim de Infância e Escola do Ensino Básico da Junceira.

Pelas 10,00 horas foi celebrada missa solene na Igreja Paroquial, pelo Revº Pároco Mário Duarte, em acção de graças pela freguesia e de sufrágio pelos junceirenses falecidos, após o que houve lugar à sessão solene na qual intervieram o Presidente da Junta, Américo Pereira e o Presidente da Câmara.

Na sua alocução o Presidente da Junta depois de fazer um breve resumo histórico da freguesia e pôr em evidência a importância da Junceira no contexto do concelho e até regional, referiu que os junceirenses têm fortes razões para se orgulharem dos seus antepassados e convidou a juventude a envolver-se o mais possível em todas as questões que digam respeito à sua terra.

Por sua vez, o Presidente da Câmara, além de agradecer o convite que lhe foi formulado para presidir às cerimónias, deixou uma palavra de esperança e optimismo no que se refere ao desenvolvimento da freguesia e a promessa da melhor colaboração com o executivo da Junta recentemente eleito.

No acto estiveram ainda presentes, entre outros, o 2º Secretário da Mesa da Assembleia Municipal, os vereadores Srs. Carlos Carrão e Luís Ferreira, as Drªs Maria do Rosário e Graça Costa, o Dr. Pedro Marques, vários Presidentes de Junta das diversas Freguesias do Concelho, vários Deputados Municipais, um representante da Casa do Concelho de Tomar e os Presidentes das Colectividades da Freguesia e do Lar de S. Mateus.

Para encerrar o evento, foi servido um beberete no átrio do Lar de S. Mateus, que, além do mais, serviu de saudável convívio entre os convidados e a população.

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